Fórum Social Mundial Cotonou 2026 — 04 a 08 de agosto
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Refugees in Libya – APS

ONG Internacional Bologna, IT
🔗 Descolonização e soberania ✊ Justiça social, direitos humanos e igualdade de gênero 🌐 Migração, Governança Transfronteiriça e Cidadania Universal 📢 Mobilização cidadã e movimentos sociais
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Apresentação

A organização Refugiados na Líbia é liderada por refugiados e documenta e contesta os sistemas de violência, confinamento e controle de fronteiras externo que afetam pessoas em movimento. Por meio de investigação, defesa de direitos e solidariedade direta, busca responsabilização e expõe o papel de atores locais e internacionais na perpetuação dessas condições.

Missão

Objetivos Essenciais dos Refugiados na Líbia
1. Documentar e preservar evidências
Coletar, verificar e preservar sistematicamente depoimentos e evidências de violações de direitos humanos, tráfico de pessoas, detenção, tortura e mortes que afetam pessoas em movimento, particularmente na Líbia e ao longo das rotas migratórias.

2. Expor e desafiar sistemas de abuso
Expor publicamente padrões de violência e responsabilizar os atores envolvidos — estatais, não estatais e internacionais — que contribuem para ou permitem essas violações.

3. Buscar justiça e responsabilização
Interagir com tribunais nacionais, mecanismos internacionais (incluindo jurisdição universal e o TPI) e atores jurídicos para garantir que os crimes documentados levem a investigações e processos judiciais.

4. Apoiar e acompanhar sobreviventes
Fornecer apoio direto, encaminhamentos e acompanhamento a longo prazo a sobreviventes de tráfico de pessoas, detenção e abuso, com base na dignidade e na solidariedade.

5. Fortalecer a representação liderada por refugiados
Para garantir que refugiados e migrantes não sejam apenas sujeitos de políticas públicas, mas participantes ativos na formulação de decisões que afetam suas vidas, incluindo a defesa de direitos e o engajamento político.

6. Influenciar políticas públicas e o discurso público
Para contestar políticas migratórias prejudiciais — particularmente as estruturas de externalização e contenção — e defender alternativas humanas e baseadas em direitos.

7. Construir redes e ações coletivas
Para colaborar com organizações da sociedade civil, especialistas jurídicos, jornalistas e instituições, a fim de fortalecer respostas coordenadas a violações de direitos humanos.

Participação no FSM 2026

Refugiados na Líbia participarão do Fórum Social Mundial de 2026 para apresentar as vozes, as evidências e as realidades vividas por pessoas em movimento que são submetidas à violência, à detenção e a abusos sistêmicos ao longo das rotas migratórias, particularmente na Líbia e no Norte da África.

Nossa intenção não é apenas compartilhar experiências, mas também contribuir para o entendimento coletivo, os esforços de responsabilização e a ação coordenada.

1. Amplificar as vozes lideradas por refugiados
Garantir que refugiados e migrantes não sejam apenas representados por outros, mas que estejam presentes como atores políticos e detentores de conhecimento, moldando as discussões sobre migração, justiça e direitos humanos.

2. Expor os sistemas de violência e externalização
Apresentar evidências documentadas e depoimentos que revelem como as políticas de controle migratório — particularmente aquelas ligadas à Europa — contribuem para violações de direitos humanos e impunidade.

3. Construir alianças e fortalecer movimentos
Conectar-se com organizações de base, ativistas, atores jurídicos e movimentos sociais para:
compartilhar estratégias, construir solidariedade e coordenar ações conjuntas entre regiões.

4. Promover esforços de responsabilização e justiça
Engajar-se com organizações que trabalham com jurisdição universal, justiça internacional e litígios de direitos humanos, com o objetivo de:
fortalecer a colaboração, identificar caminhos legais e impulsionar casos em andamento.

5. Influenciar narrativas e o discurso público
Desafiar as narrativas dominantes sobre migração, trazendo à tona:
experiências vividas, realidades baseadas em evidências e perspectivas alternativas fundamentadas na dignidade e nos direitos.

6. Promover abordagens centradas nas vítimas e decoloniais
Defender abordagens que:
priorizem a autonomia das comunidades afetadas, desafiem modelos humanitários paternalistas e reconheçam a natureza política do deslocamento e da governança da migração.

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